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Encontrando música brasileira ao redor do mundo: Agências

03 abril, 2013 | Ações BM&A, Mercado da Música

Há muitas maneiras de encontrar música brasileira de qualidade ao redor do mundo. Se você está buscando uma abordagem mais profissional sobre artistas e bandas, procurar por uma agência profissional é uma das melhores opções.

Muitos são os nomes das empresas que recentemente (algumas não tão recentemente assim) centraram a atenção na nossa produção cultural, e desde então tem se especializado na comercialização de nossa arte a públicos específicos fora do Brasil.

Um exemplo desta estratégia é o trabalho apresentado pela agência Helico, baseada na França. Fundada em 2004, Helico é uma gravadora, uma agência de viagens e uma empresa de edição musical. Ela também lida com a promoção de outras gravadoras em projetos voltados para o mercado europeu. Dedicado principalmente à música brasileira, é também aberto a outros ritmos classificados sob o rótulo de World Music.

Como muitas outras agências, Helico acaba de lançar o seu plano de trabalho 2013 com artistas brasileiros, o que inclui o lançamento e promoção de nomes como Márcio Faraco,CasuarinaRoda do Cavaco e BaianaSystem. Todos estes nomes devem estar em turnê internacional ao longo do ano.

Outra agência de reservas e etiqueta dedicada à música brasileira – também baseada na Europa, é Outro Brasil. Com uma gama de serviços que vão desde a promoção de reserva a catálogo de artistas, a maioria do nordeste do estado de Pernambuco, e Rio de Janeiro, Brasil Outro também é uma opção para quem quer contratar talentos brasileiros.

Dedicado não só à nossa música, mas com uma quantidade considerável de títulos brasileiros em seu catálogo, a californiana Eye for Talent pode ser uma boa opção para aqueles que procuram as agências nos EUA. Promovendo nomes de qualidade de nossa cena contemporânea, a sua lista de artistas inclui nomes como o samba sensação de Diogo Nogueira, o inovador e exímio tocador de bandolim Hamilton de Holanda, e o notável compositor brasileiro e multi-instrumentista Hermeto Pascoal.

Para os interessados ​​em negócios efetivos envolvendo música brasileira, buscar representantes regionais e nossas tendências musicais nacionais é, sem dúvida, um dos melhores caminhos a seguir.


Festivais Brasileiros de Música em 2013

12 março, 2013 | Exchange, Inglês

Quer experimentar a música brasileira em sua essência? Que tal, então, dar uma olhada nesta lista com os eventos musicais que mais se destacarão por aqui, ainda este ano, a fim de se programar?

Durante o primeiro semestre, para quem estiver interessado em absorver nossas influências culturais direto da fonte, o Campeonato Mineiro de Surfe é uma boa pedida. Especialmente dedicado ao rock e à surf-music brasileira, o evento acontece em Minas Gerais, ironicamente um dos únicos estados brasileiros sem litoral.

Também muito esperado, um dos mais tradicionais festivais de música independente do país, o Abril Pro Rock , acontece nos dias dezenove e vinte de Abril, em Pernambuco. Sua programação está bem extensa e conta com artistas que já fazem barulho, assim como as promessas do rock nacional. No mesmo mês, acontece no Rio Grande do Sul o festival El Mapa de Todos, que tem produções latinoamericanas como foco.

Já o nordeste se mostra uma boa opção com o Tendencies Rock Festival, em Tocantins, que começa no dia 14 de junho e termina no dia 13 de julho. Também durante o meio do ano, em julho, acontece o FIG, Festival de Inverno de Garanhus, carregado de atrações para quem deseja entrar em contato com estilos mais tradicionais e populares do Brasil.

Agosto é o mês do Rock ‘n’ Roll in na capital, Brasília, com o Porão do Rock, agendado para os dias 30 e 31 desse mês.

Porém se você prefere misturar música com calor, os últimos quatro meses do ano farão mais seu tipo. No Paraná, ocorre o Festival Demo Sul, um dos maiores representantes da música independente na região e , embora suas datas oficiais ainda não tenham sido anunciadas, o evento costuma acontecer em outubro. Assim como o Demo Sul, o MADA Festival não teve suas datas confirmadas ainda, mas promete aquecer os corpos que estiverem presentes na sua próxima edição em Natal, Rio Grande do Norte, durante o mesmo período.

Para fechar o ano, novembro vem com um dos mais aguardados festivais independentes , o Goiânia Noise Festival, que é conhecido por retratar fielmente o que está acontecendo na cena musical alternativa brasileira.

Já se agendou? Então, agora, é só curtir!


APAP 2013

23 janeiro, 2013 | Coluna do Robert Singerman

Ainda relativamente fresco em minha mente, antes de partir para o Midem, vou contar algumas historias, resultados, resenhas e destaques, e falar um pouco sobre os amigos; novos e velhos, que encontramos ao longo do caminho.

Logo de cara, um grande novo amigo para a BM&A/BME foi Pleimo, que patrocinou nosso estande na APAP, para que Eric Taller & Geysa Castro, (Ginga P.) Flavio de Abreu, (Scubidu) Sergio Krakowski, Dauton Janota (Pleimo), David McLoughlin e eu pudéssemos explorar da melhor forma possível a parceria da BMA com o evento. Obrigado! Dauton e Pleimo, de todos que se beneficiaram da ação ou irão ainda se beneficiar ao longo dos próximos anos. (Plantando sementes! “Imagine” era o tema da APAP deste ano, obrigada John e Yoko!).

Cada brasileiro que participou do evento, incluindo outros, como Jair OliveiraNelson VerasPedro Moraes, que veio a APAP através de outros contatos, se beneficiaram dos eventos das mais variadas formas, e terão que contar suas próprias histórias. Estas informações são as que reuni, já peço desculpas antecipadamente se acabar omitindo o detalhe mais importante de uma história, ou, tomara que não, envergonhar um amigo.

A conferência, e as pré-conferências de Jazz e World Music, aconteceram no Hilton Nova York, de frente para a Avenue of the Americas (6a Avenida), e algumas das sessões aconteceram também no Sheraton Hilton NY, na 7a Avenida, muito convenientemente, ambas a menos de uma quadra de distância do escritório do BrasilMusicExchange em Nova York, meu escritório.

Meu escritório e também sede para Isabel Soffer e sua empresa Live Sounds, e ela, junto com sua sócia Meera Dugal, tem estado extremamente ocupadas co-organizando o 10o aniversário do globalFEST, (o melhor e mais influente showcase de world music do mundo), com Bill Bragin, do Lincoln Center e Shanta Thake, do Joe’s Pub, todos fãs de música brasileira há anos, entre os mais influentes programadores do mundo.

Um dos primeiros colegas internacionais que encontrei na pré-conferência de World Music, brilhantemente concebida e executada por Dmitri Vietze da Rock, Paper, ScissorsSTORYAMP, foi Frédéric Gluzman, um agente/empresário francês, amigo meu, que explicou o por que dele ter que, infelizmente, adiar a apresentação do único grupo de música brasileira agendado para o globalFEST deste ano, a SpokFrevo Orquestra: eles não conseguiram levantar fundos suficientes para a viagem. Eu espero que ano que vem, quando forem reis do carnaval do Recife, eles consigam juntar esse dinheiro para que possam tocar no globalFEST 2014! Meu “antigo país”, a Franca, (o departamento de cultura da Embaixada francesa patrocinou todas as edições do globalFEST desde sua criação), permitindo que o festival exista e garantindo que quatro bandas francesas confirmem sua apresentação todos os anos, com verba adicional vinda de diversos departamentos do governo francês e fontes privadas para transporte.  Algo para o Brasil e seus estados parceiros aspirarem! Um ótimo retorno de investimento para a Franca, vamos trabalhar para isso para o Brasil.

O globalFEST foi, mais uma vez, um evento fantástico, (amei Mucca Pazza, Christine Salem e Lo’Jo, entre outros) e seus ingressos esgotaram logo de cara. Por favor, dê um google para ler críticas fenomenais e ouvir alguns desses grupos sensacionais. Outro grande apoiador da música brasileira, Brian Keigher, mixou os sons como DJ na after-party da globalFEST no Joe’s Pub. Pedro Moraes estava lá também comigo, batendo um papo providencial (Jacob Edgar, Scott Aiges, Meera, Derek Andrews, Bill Bragin), abastecidos de um pouco de Kentucky Cachaça.

Depois, Pedro e eu andamos ate a Nublu, ambiente profissional de um dos apresentadores, Petrit Pula, do Brasil Summerfest, (no qual o Pedro tocou ano passado), mas mesmo tendo alguns amigos lá, aquela cena já estava no fim pelas horas em que chegamos. E falando sobre os grandes produtos de exportação do Brasil, além de Musica+Futebol (Vai Santos!), tivemos a marca de cachaça LEBLON patrocinando generosamente a 2a edição do evento anual Brazilian Explorative Sessions, que acontece no (le) Poisson Rouge, (obrigado Eric!), mais informações sobre isso em breve. Dauton Janota, CEO da Pleimo, trouxe garrafas de Salinas envelhecidas, com a marca do 4 Pleimo, duas das quais foram confiscadas pela alfandega no JFK. Com uma das duas que restaram, servimos aos nossos amigos e visitantes uma dose, enquanto passavam pelo nosso estande na APAP, que era tão afastado que nem mesmo a segurança do hotel ou do evento nos importunou.

Tentamos negociar um lugar melhor, estando perto ou dividindo um espaço com nossa amiga Leticia Montalvo (Tempest Entertainment), empresária da Daniela Mercury e agente da Gal Costa, entre outros artistas. A Leticia participou do Encounters conosco no Rio, evento patrocinado pela BM&A e pelo Sebrae em Julho, junto com Ariel Hyatt (Cyber PR), que também tinha estado no Rio, e também estava participando da APAP e da pré-conferência de World Music, conosco e com Sergio, que promoveu uma ótima jam session com diversos músicos cariocas em seu apartamento em Julho.

Outro amigo de artistas brasileiros, John Hammond, estava palestrando por lá, Hammond de quem o Missing Piece Group hoje promove a artista lançada pela Six Degrees Records (mais amigos da música brasileira) Dom La Nena. Um dos jornalistas do NY Times, Jon Pareles, que fez uma crítica super positiva de seu novo disco, Ela, também participou do Brazilian Explorative Music Sessions, escrevendo visceralmente (estava na minha mesa) durante as seis apresentações, mas em um certo ponto decidiu focar seu artigo  no Pedro Moraes, em uma futura oportunidade, quando Pedro lançar seu novo disco e ele tiver mais espaço (e tempo, eu imagino).

A assessora do Pedro, Fiona Bloom (Bloom Effect), fez um bom trabalho e tinha fotógrafos, jornalistas, amigos VIP, executivos de gravadoras, etc, na apresentação, e eu devo ter convidado mais de 2000 pessoas através dos flyers que entreguei durante a APAP, social media, boca a boca; o show estava relativamente cheio – se não esgotado. Mais importante que qualquer outra coisa, foi uma noite linda, repleta de música, onde todos estavam felizes, mesmo indo até bem tarde se considerarmos ter acontecido durante uma “noite útil”. Foi ótimo, especialmente depois de longos dias na pré-conferencia, na APAP, nas noites do globalFEST, e das duas noites de NYC Winter Jazzfest, concebido, produzido e promovido pela mesma pessoa, Brice Rosenbloom, que marcou a segunda edição do Brazilian Explorative Music Sessions  (obrigada Brice!). Muitos VIPs estavam presentes, incluindo TIM Wilkins, da WBGO’s, que listou Pedro, em um artigo completo, como um dos 10 músicos que “você deveria ter conhecido em 2012!”. Obrigada Tim! Vimos Patrick Darby, de Montreal, Derek Andrews de Toronto, Brian Keigher de Chicago, David Hazan, Tom Silver (Tommy Boy), Donna D’Cruz (Rasa), Jennie Haper (WBAI), Dauton Janota, Nelson Veras, Fernando Grecco, Flavio, Eric and Geyssa, Mohamed Ghastli (Bee Jazz), Jean-Christoph Maillard (Richard Bona, Grandbaton), Laurent David (Yael Naim, Eol Trio…), uma bela turma.

No sábado à noite, no SOB’s, a Leslie Malmed Macedo, da Mamadele Productions (que vai ser mamãe em breve, parabéns!) e sua trupe do Dende, com Larry Gold, organizaram outra forte noite de música brasileira. A Dende, que tocou na primeira edição do Brazilian Explorative em 2012, foram headliners junto com Matuto e a NY Choro, e depois partiram para a Bahia no dia seguinte. Ano passado ele partiu logo depois de seu show!

Teve muito negócio sendo feito também, por todos os brasileiros presentes, além dos showcases e das reuniões. Muitas reuniões foram agendadas antecipadamente e alguns surgiram durante  conferência. O mais importante para todos, na verdade, é o que acontece depois dessas conferências e showcases, com o follow-up de tudo que foi apresentado.

Agora David e eu, junto com outros integrantes da BM&A e BME, e Dauton Janota da Pleimo, e muitos outros executivos brasileiros, partimos rumo a Cannes, na França, para o próximo capítulo em ajudar a criar e estimular oportunidades para toda a música brasileira, artistas e profissionais, da melhor maneira possível. As oportunidades no Midem são também enormes para todos os participantes brasileiros, e estamos empolgados em poder contribuir com esse processo.


Entrevista com Evelyn Sieber – Gerente de Projetos do Reeperbahn Festival Hamburgo / Alemanha

17 dezembro, 2012 | Exchange, português

Evelyn Sieber recebeu seu diploma em Negócios Internacionais, com especialização em finanças e gestão de eventos antes de iniciar a carreira em um mundo diferente – trabalhando em hotéis 5 estrelas na Alemanha e na Flórida, EUA. Em 2003, ela decidiu tirar a roupa de empresária e se juntar ao circo da indústria da música. Ela começou na Womex – World Music Expo, onde, em 6 anos, se tornou chefe de produção.

Em 2010, ela encontrou sua nova casa em Hamburgo, juntando-se à equipe de Reeperbahn Festival, onde ela é responsável pelas cooperações internacionais e showcases.

Contato: sieber@infernoevents.com.

1. Por que o Festival Reeperbahn é interessante para o cenário musical e para a música brasileira?

O primeiro de uma longa lista de argumentos seria:

“É a porta para o mercado de música alemão e europeu”

Sendo a Alemanha um dos principais mercados europeus para a música brasileira e o Reeperbahn Festival a maior plataforma de encontro nacional e internacional na Alemanha … faça o cálculo.

2. Qual é a marca do evento e como ele se diferencia da longa lista de eventos semelhantes?

O Festival de Reeperbahn é um festival comercial normal (sim, não fique chocado, nós pagamos aos artistas), com a reputação de ser um festival que traz novidades para os amantes de música – especialmente com bandas que ninguém, fora os geeks, conhece.

Isto, obviamente, chama a atenção da indústria da música, e é por isso que iniciamos o Reeperbahn Festival Campus como uma plataforma para fazer contatos há alguns anos.

Adicionando todos os benefícios profissionais para fazer da visita dos participantes a melhor experiência possível: conferências, sessões de networking com associações alemãs e internacionais, showcases, matchmakings etc.

Além da extensa programação artística, distribuído em 60 locais – todos próximos – na maior área de entretenimento da Alemanha, torna o evento tão divertido quanto produtivo.

3. Como os profissionais da música têm que se preparar para o Reeperbahn Festival? Quais são as suas principais regras pessoais?

Saiba o que você quer alcançar e com quem quer falar. Procura por um selo na Alemanha / Europa? Então aproveite o tempo para fazer uma busca detalhada, no lugar de mandar e-mails em massa.

Reserve cerca de 20% do seu tempo durante o dia para observar – os negócios acontecem no bar, tanto quanto nas reuniões. E no Reeperbahn Festival existem muitos bares. ;-)

4. Como é feita a seleção das apresentações e showcases e quais estilos musicais vocês preferem?

Gêneros: Rock, Pop, Indie, Cantor-compositor, Folk e Música Eletrônica.

Há duas abordagens diferentes:

Comercial:

Começando por volta de abril, através do Sonicbids ou pela escolha da nossa equipe de seleção e ainda por recomendação de nossos contatos. Acredito que todos que estão lendo este texto sabem como é feita a seleção de um festival comercial.

Showcase:

Descubra se existe um artista brasileiro a quem você pode se unir, ou se já tem outro parceiro interessado em participar ou apenas entre em contato comigo.

Nossos showcases constumam contar com 3 bandas ou mais, mas isso não está escrito em pedra. Estamos abertos para novos desenvolvimentos.

As diferenças entre uma showcase e um show comercial são: o showcase envolve um custo, é especialmente promovido para os visitantes B2B – nossos delegados do Reeperbahn Festival – e são indicados como showcases na divulgação.

Eles acontecem no período da tarde e tarde / noite – em alguns locais onde também acontecem os shows comerciais, de acordo com o desejo do parceiro do showcase e da disponibilidade do local. Um ponto é muito importante: nós realmente verificamos e frequentemente rejeitamos apresentações para showcase, mesmo que haja um parceiro disposto a pagar por ele. Como os showcases são parte da nossa programação oficial, é extremamente importante para nós que o estilo e a qualidade da apresentação sejam adequados ao Reeperbahn Festival.

5. Seu evento não conta com stands ou área de exposição. Qual é a estrutura do Reeperbahn Festival?

Temos um lounge para delegados, com muitas atividades acontecendo a fim de ajudá-los a encontrar as pessoas certas.

Por exemplo, conferências, sessões selecionadas de matchmakings e networking com associações nacionais e internacionais (como IMMF ou Yourope, o German promoter’s (BDV), indie label (VUT), associações de editoras (DMV).

E, claro, os delegados são bem-vindos nas apresentações / showcases / festas organizadas por parceiros como Music Service Asia, Warner, CIMA, Believe Digital, departamento de exportação e muitos outros.

6. Pode dar uma breve história do Festival de Reeperbahn?

Algo para os interessados em dados:

2006 – 1 º Festival de Reeperbahn com 10.000 visitantes, 200 apresentações, 25 locais

2007 – 12.500 visitantes, 125 apresentações, 15 locais

2008 – 15.000 visitantes, 140 apresentações, 17 locais

2009 – 1 º Festival Reeperbahn Campus com plataforma B2B com 1.200 delegados, 17.000 visitantes, 160 apresentações, 21 locais

2010 – 1.500 delegados de 24 países, 17.000 visitantes, 180 apresentações, 27 locais

2011 – 2.000 delegados de 30 países, 20.000 visitantes, 200 apresentações, 50 locais

2.012 – 2.500 delegados de 34 países, 25.000 visitantes, 290 apresentações, 60 locais

2013 – espero que pelo menos mais um delegado: você.


(Eng) Arnaldo Antunes is one of the highlights of NY Festival Voices From Latin America

04 dezembro, 2012 | Artistas, Inglês

Desculpe-nos, mas este texto esta apenas disponível em Eng.


Jazzahead 2012

13 abril, 2012 | Mercado da Música

Amantes do jazz, atenção: de 19 a 22 de abril a cidade de Bremen, Alemanha, será palco de um dos eventos mais importantes do gênero. Considerado pelos seus organizadores como uma “exposição e ponto de encontro do jazz internacional” o Jazzahead traz para o Centro de Exposições de Bremen os mais importantes nomes do jazz mundial.

Combinando festival, conferências, exposições e “clubnights”, o evento é tido como quase obrigatório para quem busca aumentar seus conhecimentos sobre o assunto e ampliar seus contatos. A edição do ano passado reuniu 357 expositores de 30 países diferentes, 2000 profissionais, 3.600 visitantes e cerca de 65 shows.

O festival é particularmente interessante para os músicos brasileiros, afinal, muitos estilos de música brasileira são constantemente catalogados e anunciados ao público europeu como jazz.

Na edição deste ano, Dirk Schade, RP da BM&A na Alemanha, estará presente no evento. O BRMusicExchange irá representar empresas nacionais e interesses musicais, tendo o seu próprio stand, que funcionará basicamente como sede para os artistas e gravadoras brasileiras presentes.

Destaques brasileiros

O músico Hamilton de Holanda abriu caminho para outros artistas brasileiros durante a edição do festival no ano passado. Ele foi o primeiro artista nacional a tocar no Jazzahead e foi considerado um enorme sucesso.

Este ano, o país será representado pelo Trio Corrente, escolhido pelos produtores devido ao claro foco dos músicos no mercado internacional.