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(Eng) APAP 2013

27 novembro, 2012 | Exchange, Inglês

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BrMusicExchange entrevista: Anna-Anna

03 agosto, 2012 | Artistas

Manuela Leal é uma artista brasileira que foge do lugar comum. Viveu grande parte de sua vida nos Estados Unidos, onde se formou em artes plásticas. De volta à sua cidade natal, o Rio de Janeiro, começou a compor e a gravar as músicas de seu primeiro EP “Last night I lit the moon”. Sob a alcunha de Anna-Anna, a “banda-de-uma-mulher-só”, como ela se descreve, o projeto de música eletrônica experimental/sci-fi pop tem influências de trilhas sonoras, canções tristes e pop/chanson francesas.

Manuela nos conta que através do Encounters, projeto promovido pela BM&A que serve como uma vitrine de novos artistas brasileiros para o mundo, Anna-Anna ganhou espaço nas principais publicações internacionais, como nos sites do The Guardian, NPR.org e na revista I-D. Através dessa exposição, Anna-Anna se apresentou no The Great Escape e Liverpool Sound City, grandes festivais internacionais de música.

O BRMusicExchange conversou com Manuela Leal sobre sua carreira. Leia abaixo:

Sua formação é de artista plástica, certo? Quando e como começou a trabalhar com música?

Sim, fiz faculdade de artes plásticas e em seguida fiz um mestrado na mesma especialidade. Eu estudei música ainda criança e adolescente aqui no Rio. Muito mais tarde decidi começar a “fazer” música, a escrever músicas.  Tinha morado a minha vida adulta inteira nos Estados Unidos e voltei ao Rio em 2010 para também me concentrar em fazer músicas. E aí comecei do zero mesmo.

O que exatamente é Anna-Anna?

Anna-Anna é o meu “alter ego”.  É uma personagem que tem poderes de viajar através do tempo e do espaço.  É um projeto de música, que abrange também as artes plásticas. Acabo de fazer um vídeo que incorpora as práticas de imagem que eu fazia antes de começar a fazer música.  Consegui fazer um projeto de “arte total”, onde o vídeo, a pintura e a música estão unidos esteticamente. (Veja: http://www.youtube.com/watch?v=mFjzYuRvkwc).

Seu nome foi citado por radialistas e jornalistas estrangeiros como Max Reinhardt e Ruth Barnes. Você acha que tem mais espaço no mercado internacional do que no brasileiro? Suas composições em inglês foram feitas para alcançar o público internacional mesmo?

O que aconteceu foi que eu acabei tendo uma resenha no The Guardian na Inglaterra e isso realmente abriu algumas portas.  Eles têm um sistema bastante aberto de divulgação de artistas novos por lá.  O Max Reihardt tem um programa de rádio de músicas experimentais e world music na BBC3, de repente eu soube que ele tinha tocado umas músicas, muito legal, não sei como ele descobriu.  Para a Ruth eu tinha mandado os links para o blog dela e mantivemos o contato até que eu fui pra Inglaterra agora em maio e nos encontramos no festival The Great Escape. Essa coisa de eu cantar em inglês, bom, a música tinha que refletir a minha experiência pessoal de alguma maneira, eu passei a maior parte da minha vida fora, isso é inevitável. Como estava começando do zero, como disse, era mais fácil escrever letras em inglês, depois de tantos anos tendo essa língua no cotidiano.

Você conheceu o jornalista inglês Joe Muggs no projeto Comprador & Imagem (atual Encounters), que foi realizado no Rio de Janeiro em 2011, certo? Como foi esse encontro? Ele incluiu sua música em um podcast também. Ficou surpresa?

O Joe Muggs é uma pessoa muito legal. Eu já conhecia as coisas que ele escrevia antes de saber que ele viria pra esse projeto, ele têm umas ideias muito interessantes sobre a cultura da música eletrônica.  Não imaginei que fosse uma pessoa tão simpática, não tinha expectativas. Na conversa que tive com ele através do projeto Encounters, aprendi muito, inclusive ele me deu força pra continuar. É algo muito bonito encontrar pessoas que já estão inseridas no contexto da música atual e que te dão apoio.  Quando você está no Brasil, as coisas parecem tão longínquas, mas na verdade está tudo mais próximo do que se parece, a internet aproxima pessoas e de alguma maneira desarma barreiras.  Em relação ao podcast fiquei surpresa porque nunca se espera uma resposta.  Eu mantive contato com ele e mandei as músicas novas pra ele, e ele incluiu uma música nova no podcast.

Como recebeu o convite para participar dos festivais internacionais Liverpool Sound City e The Great Escape?

Depois dos encontros promovidos pelo projeto Encounters vi que tive um pequeno espaço na mídia na Inglaterra e que seria o momento de conectar a internet com a experiência ao vivo. Esses festivais, o The Great Escape e Liverpool Sound City são para bandas bem novas, são festivais tipo “showcase”, onde muitas bandas tocam com sets breves.  Mandei a minha inscrição através do BM&A. Esses festivais fazem as seleções meio na última hora então na verdade fica difícil pra muitas bandas porque o patrocínio do governo exige muita antecedência.  Fiquei sabendo 5 semanas antes do show. Resolvi ir mesmo assim, porque a internet não pode substituir o contato ao vivo.

E como foram as apresentações e como você avalia os resultados destes festivais para sua carreira?

Foi uma experiência muito positiva.  Foi ótimo ter apresentado o meu trabalho ao vivo e a cores.  Aprendi bastante, principalmente porque tive alguns problemas técnicos.  Pude ver o que deve ser mudado daqui pra frente.  Foi muito importante ter começado de verdade, com o público ali, diante de mim. E ter esses festivais no currículo pode abrir portas futuras.

Há mais shows programados para o exterior?

Estou cogitando ir a Nova Iorque ainda esse ano pra fazer alguns shows mas não está nada certo.

Para conhecer melhor o trabalho de Anna-Anna, acesse: http://anna-anna.tv/


Encounters Edição Bahia

15 junho, 2012 | Ações BM&A, Oportunidades, português

Entre 4 e 8 de julho o estado da Bahia receberá  o projeto Encounters, realizado pela BM&A (Brasil Música e Artes) em parceria com a APEX-Brasil (Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos) e Bahia Music Export e QualiCultura, parcerias entre a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, o Sebrae-BA e a Fundação Cultural.

A proposta é promover um espaço de negócios internacionais com seminários, conferências, mesas de debate e encontros de negócios. Este projeto levará para a Bahia cinco compradores de música e jornalistas (saiba mais sobre eles abaixo) para negociar com produtores locais e promover a música do Brasil no exterior. Através das ações mencionadas abaixo, eles terão a oportunidade de conhecer o trade da música local.

Etapas do Encounters:

1º dia – Mesas de Debates

Cada convidado vai administrar uma mesa com um tema específico composta de, no máximo, oito participantes. Cada participante terá 2 minutos para apresentar suas atividades, projetos e planos. O convidado falará sobre o mercado que está inseriado e as oportunidades, além de responder perguntas, dúvidas, etc.

Temas:

Marketing e Promoção no Exterior;
Licenciamento de Fonograma;
Mercado de Shows e Festivais;
Novas Tecnologias e canais de distribuição.

2º dia – Pitching

Oportunidade para que bandas e produtores brasileiros apresentem, em poucos minutos, suas propostas para a banca formada de possíveis compradores da música brasileira.
As inscrições para o pitching são gratuitas e feitas com o preenchimento de uma ficha de inscrição online em inglês e o envio de 3 faixas em mp3 do(s) artista(s) representado(s) até o dia 29 de junho (sexta-feira).

Ficha de inscrição: http://bit.ly/M0jYDO

Faixas: http://soundcloud.com/groups/bahia-encounters/dropbox

Os compradores selecionarão até 30 empresas/artistas para participarem do Pitching.

3º dia – Encontro de Negócios

A partir destas apresentações, os compradores selecionam os artistas que mais interessam para uma rodada de negócios individual.

Perfil dos convidados internacionais:

1. Crispin Parry

Crispin Parry é presidente da empresa British Underground, uma agência de desenvolvimento que cria oportunidades e alianças internacionais na indústria da música. Ele fundou a empresa há 12 anos, após uma carreira de sucesso como editor de revista de música; também construiu uma ampla rede de contatos na indústria do Reino Unido. A empresa British Underground já produziu mais de 50 campanhas de showcases no Reino Unido, sendo o projeto mais recente o Bass Culture, uma vitrine para promover o reggae britânico. Neste ano de 2012, a empresa está desenvolvendo uma nova iniciativa para conectar e trocar ideias com a indústria brasileira. O objetivo é trazer artistas emergentes do Reino Unido e conhecimentos para o Brasil, enquanto a rede oferece oportunidades para artistas brasileiros em parceria com o prestigiado clube The Roundhouse, em Londres.

2. Felix Hines

Felix Hines trabalha com A&R e áreas criativas, incluindo a sincronização e marketing, além de ser diretor administrativo da Westbury Music, uma editora independente de música contemporânea. Atualmente cuidando de aproximadamente 75.000 obras espalhadas por várias centenas de catálogos, é agora uma das mais respeitadas editoras independentes do mundo. Desde o início, sua força reside na música especializada, ao invés do mainstream ou do pop. A primeira assinatura já foi Rubber Band Music, o catálogo do lendário funkateer Bootsy Collins. Jazz e reggae clássico seriam suas primeiras aquisições. Hoje a editora se tornou uma das poucas que defendem ativamente a diversidade da nova música.

3. Bernardo Gutierrez

Bernardo Gutierrez estudou jornalismo na Universidade Complutense de Madrid. No entanto, desde os primeiros anos se distanciou da sala de aula e saltou para as necessidades de reportagem de rua. Ele começou a publicar em jornais como El País, El Mundo e Diario16. Em seguida, participou da fundação do jornal 20 Minutos em Madrid e Barcelona. Há quase dez anos sua carreira e vida estão ligadas à América Latina. Seus relatórios sobre o México, Nicarágua, Cuba, Panamá, Colômbia, Bolívia, Brasil e Argentina (entre outros) foram publicados em jornais e revistas tão diversos quanto a Playboy, Tempo, Altair, Primeira Linha, GEO, QuéLeer, Calle20, Interviu, National Geographic Traveler, etc. Alguns deles foram publicados no Courrier Internacional (Paris), Internazionale (Roma), Expresso (Lisboa) e Clarin (Buenos Aires). Participou do livro coletivo Doze viagens literárias (Booket). Desde 2007 está ligado ao público como correspondente no Brasil e também como editor de relatórios.

4. Wozzy Brewster

Wozzy é uma empreendedora criativa com trinta anos de experiência na concepção e entrega de projetos de artes juvenis em Música. Ela se tornou gerenciadora de projeto para a música de comunidade do sudeste de Londres em 1988, onde geriu e coordenou uma série de projetos musicais. Em 1995 fundou “A Companhia de Música Midi”, que fornece um espaço para que todas as crianças e jovens se inspirem para entrar na música e nas indústrias criativas. Ela foi premiada pelo Commonwealth Youth Service Award 1995 por seus serviços de iniciativa das jovens artes e recebeu seu “OBE” para serviços de artes juvenis em 2002, além de ter sido premiada também pelo Women of Achievement Award pela London Borough de Lewisham em 2003. Ela foi membro do Cultural Strategy Group for the Greater London Authority [2000 - 2004], Diretora do London Youth Arts Network [2000 - 2007] e membro do London Regional Council – The Prince’s Trust [2005 - 2010 ]. Wozzy é atualmente Diretora Executiva da The Midi Music Company, Produtora Executiva da MMC Events Ltd, Gerente do Universal Rhythm – Shovell, Drum Warrior – Shovell, Warrior Drum e diretora da Red Pyramid Productions. Ela também é conselheira do Youth Culture Adviser desde 2003, e gerencia a banda londrina de Afro-Punk United Vibrations.

5. Jody Gillett

Jody Gillet, a representante da BM&A no Reino Unido, vive em Londres e atura há mais de 15 anos com o cenário local de música independente. Já trabalhou com marketing e gerenciamento de diversas gravadoras e selos como Hannibal Records, Ryko disc, Luaka Bop, Trama, etc. Jody ainda edita tudo que se refere a world music no site e revista MONDOMIX (França).


Aquecimento SXSW!

31 janeiro, 2012 | Ações BM&A

Janeiro já está chegando ao fim e um dos mais esperados eventos do ano se aproxima do calendário. Tradicionalmente realizado em Austin, Texas, South by Southwest é uma referência em cinema, interatividade e música, repleto de palestras, apresentações, exposições, debates e conteúdo. A 26º edição do SXSW promete uma “expansão das iniciativas do ano passado, tais como as que abrem o SXSW Trade Show para as chamadas Creative Industries”.

“O valor do encontro de pessoas, a fim de compartilhar ideias e fazer negócios é o que faz do SXSW um evento inestimável. Em 2012, o South By Southwest voltará a ser uma plataforma de lançamento para empreendimentos criativos, chamando a atenção e convocando a participação de todo o mundo”, disse Roland Swenson, Co-fundador e Diretor Geral do evento, no site oficial.

BRMusicExchange e SXSW

O SXSW faz parte do calendário oficional da BM&A desde 2008 e em 2012 não poderia ser diferente – artistas brasileiros, agentes, produtores e representantes de gravadoras estarão presentes na conferência, buscando o maior número de oportunidades para a indústria da música.

Em 2008, bandas brasileiras se apresentaram no SXSW.

Em 2009, graças à BM&A (que trouxe ao Brasil o diretor do Festival) 22 bandas foram selecionadas.

A edição de 2011 levou a Austin artistas como Constantina (Belo Horizonte), Kiko Dinucci (Guarulhos), NaurÊa (Aracaju), Nana Rizinni (Sao Paulo), Rosie and Me (Curitiba), Some Community (Sao Paulo), Thiago Pethit (Sao Paulo) e Tiê (Sao Paulo). No mesmo ano ano, o BRMusicExchange também firmou um acordo com o GigMaven.com, um novo site de reservas, promoções e ingressos online, que tem sido extremamente eficiente em alcançar e ajudar artistas brasileiros.

Em breve divulgaremos mais detalhes sobre a edição de 2012.

Para se manter atualizado, basta acompanhar semanalmente nosso blog!


APAP 2012

05 janeiro, 2012 | português

APAP 2012

Abrindo o calendário oficial de eventos de 2012, acontece em Nova York, EUA, entre os dias 6 e 10 de janeiro, o fórum anual da APAP – The Association of Performing Arts Presenters.

Considerado o principal fórum do mundo relacionado ao mercado das artes e do espetáculo, o evento recebe cerca de 4 mil participantes – profissionais e artistas de mais de 49 estados norte americanos e 30 países diferentes.

O fórum da APAP é o lugar para ficar conectado, encontrar soluções e criar a sua empresa. São cinco dias de intercâmbios comerciais e trocas de conhecimento e experiências com  artistas, produtores, gestores, agentes e apoiadores da indústria em geral.

E a BM&A estará presente neste evento, divulgando e promovendo encontros que favoreçam as artes e os artistas brasileiros.

O que é a APAP?

Sediada oficialmente em Washington, a APAP é uma entidade dedicada ao desenvolvimento e apoio às artes e aos profissionais da área.  Seus cerca de 2 mil membros espalhados por todo o mundo representam as mais variadas vertentes do mercado artístico dos Estados Unidos.  Encabeçando discussões sobre a área, a APAP trabalha para a mudança do cenário através do desenvolvimento profissional, compartilhamento de recursos e engajamento cívico.

Sem fins lucrativos, é governada por um conselho de diretores e voluntários liderados por Sandra Gibson. É tida como ferramenta chave da indústria, gerando sempre recursos, conhecimentos e redes de contato para a promoção das mais diversas formas de artes e espetáculos do mercado americano.

Participação brasileira

No terceiro ano de participação brasileira, o segundo como BrasilMusicExchange, nossos representantes, David McLoughlin e Robert Singerman, estarão em Nova York para conhecer e lidar com profissionais dos EUA que trabalham ou querem trabalhar com a nossa música. Como parte do esforço de promover a nova música brasileira para os participantes do evento, artistas como Bebel Gilberto, Diogo Nogueira, Pedro Moraes e Dende estarão tocando na programação da APAP em torno de Nova York.

Confira a programação completa dos artistas brasileiros que estarão por lá:

Jan 5th

Bebel Gilberto 6:00

Highline Ballroom, 431 W 16th St,

Jan 6th

Dendê & Band 11:00

Miss Favela, 57 South 5th Street

Matuto 11:00

Barbès, 376 Ninth Street

Jan 7th

Minas Brazilian Adventure 7:15

Hilton NY – Sutton Center, 1335 Ave. of the Americas

Dendê & Band 8:30

SOBs, 204 Varick Street

Diogo Nogueira 10:00

SOB’s, 204 Varick Street

Minas Brazilian Adventure 11:05

Hilton NY – Sutton Center, 1335 Ave. of the Americas

Jan 8th

Matuto 8:30

Cornelia Street Café, 29 Cornelia St

Diogo Nogueira 10:45

Webster Hall – globalFEST, 125 E. 11th St. (3rd/4th)

Jan 9th

Explorative Brazilian Music 10:00

w/ Mauricio Zottarelli Quintet ,  Paula Santoro , Pedro Moraes ,  Mariana Baltar and Sergio Krakowski w/ Choro Funk

(le) Poisson Rouge – 158 Bleecker Street


MinC lança edital para passagens aéreas

21 julho, 2011 | Oportunidades

O Ministério da Cultura acaba de abrir inscrições para o Edital de Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural. Serão R$6,6 milhões divididos em dois editais. O primeiro, com investimentos de R$ 3,3 milhões, foi publicado no Diário Oficial da União (Seção 3, a partir da página 19) e contempla viagens que ocorrerão entre outubro deste ano a março de 2012.

Esse edital abre oportunidades, por exemplo, para quem pretende tocar na Womex,  que acontece na Dinarmarca em outubro. Para isso, você pode se inscrever até o dia 25 de agosto. No edital há mais informações sobre datas, fique atento.

Com recursos do Fundo Nacional da Cultura (FNC), o Programa consiste na concessão de auxílio financeiro para o custeio de despesas relativas à participação de artistas, técnicos, agentes culturais e estudiosos em atividades culturais, promovidas por instituições brasileiras ou estrangeiras.

A ação tem o objetivo de promover a difusão e o intercâmbio da cultura brasileira em todas as áreas culturais: artes cênicas, artes visuais, música, audiovisual, memória, movimento social negro, patrimônio museológico, patrimônio cultural, novas mídias, design, serviços criativos, humanidades, diversidade cultural, entre outras expressões.

Confira aqui o Edital de Intercâmbio.